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Difusão Científica

Muita gente se pergunta, vez por outra, como o conhecimento passa dos centros de pesquisa para a sociedade. Todos concordam que é necessário que isso ocorra, para que a sociedade avance, para que as empresas adquiram conhecimento técnico especializado e para que outras áreas se beneficiem dessa produção de saber.
No passado, o processo de divulgação científica era relativamente simples, por conta da simplicidade inerente às sociedades de então. As universidades organizavam palestas para a população, os monarcas ofereciam prêmios para a solução de problemas mais complexos, que eram divulgados em praça pública, havia revistas e livros dedicados ao tema, que ensinavam os jovens a montar equipamentos ou realizar experimentos.
Claro, o conhecimento ainda era incipiente, comparado com o que os pesquisadores e redes manipulam hoje em dia. As universidades tinham apenas três disciplinas, chamadas cátedras ou cadeiras na época, para a parte básica do curso. Era o chamado Trivium, que consistia em Retórica, Dialética e Gramática. A palavra trivial, muito usada pelos alunos mais antigos para classificar as disciplinas que atormentam os novatos, vem desse termo latino.
O Quadrivium, a fase de especialização do curso, era formado, por exemplo para um curso de ciências exatas, pelas cátedras de Astronomia, Música, Aritmética e Geometria. O modelo era baseado na proposta de Sócrates para a formação ideal dos guardiães da sociedade, como descrito por Platão em A República.
Aliás, a palavra universidade originou-se do termo em Latim para república ou corporação de estudantes, universitas. No passado, os estudantes se reuniam em uma cidade e contratavam os serviços dos professores, que lhes ensinavam o que era preciso para a atribuição do título de doutor, que significava professor ou mestre. Com o tempo, esses termos foram ganhando a conotação que têm hoje.
A difusão científica é necessária porque o impacto que um artigo científico típico tem na sociedade é pequeno, visto que ele é lido, usualmente, por um pequeno número de leitores especializados. Para atingir a populacão, é preciso que o artigo seja traduzido para um linguajar mais coloquial, por gente da área de divulgacão científica.
Uma publicação que divulga ciência tem um impacto social muito superior ao de uma revista científica, porque leva a informação a um contingente de pessoas milhares de vezes maior. Além disso, a tradução do conhecimento científico possibilita seu uso por 14,8 milhões de micro e pequenas empresas, que empregam 29 milhões de pessoas e possibilitam nada menos que 99,23% de todos os negócios no Brasil.

 O Portal

O portal visa disseminar informações científicas e tecnológicas em áreas que vão da engenharia à computação, passando pela matemática, física e tecnologia da informações e comunicação.


Seu acervo inclui artigos de divulgação científica, publicados principalmente no NE10, Sistema Jornal do Commercio de Comunicação, livros científicos e de divulgação, teses e dissertações, além de conexão com entidades científicas, empresas de base tecnológica, agências de fomento à pesquisa, museus e sociedades científicas.

 Contato para compra

Os livros podem ser adquiridos diretamente com o Editor. Basta enviar uma mensagem para This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. . Eles também estão disponíveis na Livraria Saraiva (Shopping Center Recife) e na Livraria Cultura (Recife), na Livraria Leitura no Manaíra Shopping (João Pessoa) e na Banca de Orlando, no centro de Campina Grande.


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